SONETO
Tu és o quelso do pental ganírio
saltando as rimpas do fermim calério,
carpindo as taipas do furor salírio
nos rúbios calos do pijón sidério.
És o bartólio do bocal empírio.
Que ruge e passa no festão sitério,
em ticoteio de partano estírio,
rompendo as gambas do hartomogenério.
Teus lindos olhos, que têm barlacantes,
são camensúrias que carquejam lantes
nas duras péleas do pegal balônio;
são carmentórios de um carcê metálico,
de lúrias peles, em que buza o bálico
em vertimbáceas do cental perônio.
Luiz Lisboa
Criei este blog para meus amigos e eu que gostamos de escrever. Aqui colocaremos tudo que gostamos de destacar, poesias, noticias, fotos, homenagem, dicas de qualquer origem, daremos novidades tiradas de outras fonte ou particular...Quem quiser fazer parte passarei o loguin. Deixe um comentário com seu endereço que eu possa enviar. Estou copiando poesias e textos de todos os amigos. Iris Pereira
PRECISO DE UM PATROCINADOR
- Arcoiris No Horizonte
- Ribeirão Preto-, Sudeste-São Paulo, Brazil
- Mulher com muita sede de aprender,, de se comunicar, de aparecer,fazer amizades, gritar: Estou aqui, eu existo, me vejam, me escutem...O resto saberão conhecendo nosso blog sou uma mulher simples, não tenho formação universitária, mas gosto de ler, de me informar, aprender. Sou inquieta, estou sempre em movimento à procura do saber mais e mais. Sou Cearense lá da Ponta da Serra, Gosto de Dançar, nadar, tomar banho de chuva, não sei brigar, mas se me irritarem vão arranjar uma boa briga. Meu maior defeito: Ciúme. Minha maior qualidade: Saber ouvir e ser solidária. O que mais odeio: Mentira O que mais me importa: Minha linda família. O que mais prezo: Meus amigos, mesmo os virtuais. Não bebo, não fumo, não uso droga, só as vezes, quando me refiro a fazer sexo, digo manhosa pro meu marido: Me dar essa droga ai, vai! Já li muitos livros, já vi muitos filmes, músicas todas, depende do momento e do astral. Amizade perfeita: A que diz a verdade Desejo: Escrever um livro Sonho: Voar Super poder:Voar O que não esqueço: Meus 9 anos O lugar que voltarei: Crato-PS Desejo oprimido:Provar que tenho um pai: Dalcir Siebra Brito
Cura do Câncer: meu desejo para 2011. Tenho um motivo pessoal para pedir a todos para que coloquem essa mensagem em seu status por uma 1h. Sei quem vai colocar! Pense em alguém que vc ame que teve cancer ou está lutando agora mesmo. Meu desejo é que em 2011 a cura seja encontrada. Há muitos que podemos mencionar que lutaram e que estão lutando. Espero ver isso no status de todos os meus amigos!
Enviem dicas de fofocas, receitas saborosa, saúde, beleza, colocarei tudo diariamente.
Um sonho para viver
visitantes, quero pedir desculpas por apresentar-lhes textos cheio de erros de concordâncias, português e outros mais, Nada Justifica o fato de eu não ter formação didática, pois a leitura é a melhor forma de se aprender e o pouco que sei foi através dela. Quero ainda dizer-lhes que aceito criticas e ajuda, pois ao escrever um texto, sento-me aqui o escrevo e o posto. Quero acrescentar algo a meu respeito que poucos sabem: Eu crio, eu fantasio, mas MENTIR NUNCA, JAMAIS e por isto lhes digo é muito pretensão a minha querer escreve e ser lida e ainda por cima querer companheiros(as), mas por que ser hipócrita e não confessar que morro de desejo que todos venham visitar-me e deixe algo, uma lição que estarei disposta a cumprir...Venham
façam comigo um pouco de magia, deitemos no chão e vamos formar bichinhos com as nuvens. Vamos tomar banhos de chuva, olhar a lua em lugar sem luzes...
Venham e façam-me feliz.
Maria Irismar
domingo, 9 de janeiro de 2011

Eu sou tudo e não sou nada
Hoje doei sangue, não o fiz para ser premiada ter algum reconhecimento, fiz porque acho que é uma obrigação doarmos o que temos sobrando e que alguém está necessitando.
Mas hoje não estou bem comigo mesma, não estou em paz, algo me inquieta e me deixa com uma imensa vontade de não esta aqui, mas também não sei em que lugar estar.
como sou extranha, qualquer coisa que não vá bem, logo me abalo e me deixo cair. O pior é que não posso deixar que notem isto, pois para todos sou a árvore que segura todos os frutos, sou a nascente que envia agua para os rios, sou a terra fértil que semeiam as semente, sou a flor, sou o fruto. Sou o pasto, sou a força que precisa o homem para sobreviver, sou a palavra de consolação, de amor, de segurança e tolerância. Sou o sorriso, sou a alegria, sou o lenço branco da paz, sou aquela que ajuda a levar a cruz sem nada reclamar.
Sou a mulher que deu cria e agora as amamenta para que fiquem fortes.
Sou a fêmea que se deita com seu macho e lhe dar prazer.
Sou a mulher que depois do amor renova as energia do seu homem.
Sou o vento que seca a roupa na falta do calor do sol.
Sou o colorido do arco íris após a chuva, sou a aquela nuvem carregada que o sertanejo olha e ver nela a esperança de seu plantio ser molhado. Sou eu aquela que fica orando pela volta do soldado que foi trabalhar e ainda não voltou. Sou tudo e não sou nada, mas sou o que precisar ser na hora que necessário for.
Sou a metade da laranja...para quem?
Mesmo assim estou inquieta, coração apertado, angustia nos olhos, palavras que não saem, lágrimas que escorrem para dentro deixando o olhos secos.
E só uma pergunta? O que me falta?
Íris Pereira
Mas hoje não estou bem comigo mesma, não estou em paz, algo me inquieta e me deixa com uma imensa vontade de não esta aqui, mas também não sei em que lugar estar.
como sou extranha, qualquer coisa que não vá bem, logo me abalo e me deixo cair. O pior é que não posso deixar que notem isto, pois para todos sou a árvore que segura todos os frutos, sou a nascente que envia agua para os rios, sou a terra fértil que semeiam as semente, sou a flor, sou o fruto. Sou o pasto, sou a força que precisa o homem para sobreviver, sou a palavra de consolação, de amor, de segurança e tolerância. Sou o sorriso, sou a alegria, sou o lenço branco da paz, sou aquela que ajuda a levar a cruz sem nada reclamar.
Sou a mulher que deu cria e agora as amamenta para que fiquem fortes.
Sou a fêmea que se deita com seu macho e lhe dar prazer.
Sou a mulher que depois do amor renova as energia do seu homem.
Sou o vento que seca a roupa na falta do calor do sol.
Sou o colorido do arco íris após a chuva, sou a aquela nuvem carregada que o sertanejo olha e ver nela a esperança de seu plantio ser molhado. Sou eu aquela que fica orando pela volta do soldado que foi trabalhar e ainda não voltou. Sou tudo e não sou nada, mas sou o que precisar ser na hora que necessário for.
Sou a metade da laranja...para quem?
Mesmo assim estou inquieta, coração apertado, angustia nos olhos, palavras que não saem, lágrimas que escorrem para dentro deixando o olhos secos.
E só uma pergunta? O que me falta?
Íris Pereira
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
♥ღÍris Reflete♥ღ:
POR QUE ESSA SOLIDÃO ? POR QUE SINTO FALTA DE ALGO? DE ALGUÉM? DO QUE?
Meu interior tão vazio se encontra, ou tão cheio que que perco o controle de onde encaixar tantas coisas, meus caminhos tão perdidos e sem rastros, sem marcas, só vejo um um trilho semi apagado de pés calçados, tento segui-los colocando os meus descalços e doloridos de tanto andar sem destino certo, são tão grandes porem as marcas dos pés eu acho que os reconheço já outrora andei com eles lado a lado aos meus também calçados, perdi-me deles por teimosia em não confiar que me levariam ao lugar certo, onde tudo terminaria no descansar na relva ora verde por chuvas caídas por todo o inverno tão raro que este ano fora tão abundante como fora cheio de amor o meu coração enquanto com com seus pés calçados eu seguia lado a lado.
Perdi meus calçados de tão gastos por andar pra lá e pra cá sem rumo, perdida sem nem mesmo vontade de desafiar um outro caminho, correr riscos, buscar novos pés pra seguir, abrir meus próprios caminhos, que fossem pra começar, iniciar, sem atropelos, sem promessas, apenas andar olhando enfrente ouvindo o mundo e vozes da mata que aparece densa, verde, com grandes árvores formando meus fantasmas, sussurrando coisas, músicas, risadas, choros, pisando agora com firmeza já não sinto cansaço, cheia de entusiasmo deixo-me levar leve e corro ao ouvir um forte chamado, vem amada, nunca a deixei, sempre estive ao seu lado, você que estava desiludida demais pra perceber que não precisava ir tão longe. Vamos esvaziar todas essas agonias, esses caminhos perdidos, essas trilhas quase apagadas, refaçamos agora quatro pegadas firmes e fundas, pois vamos correr ao encontro do que procuramos e juntos encontraremos e deitados lado a lado de dia brincando de olhar as nuvens formando cada um a seu modo sua imagem de carneiros ou elefantes e a noite procurando o cruzeiro do sul ou a estrela do norte...
Não sei viver só, sem sonhos, sem trilhos, sem uma pegada pra seguir, sem uma mão pra pegar, sem um corpo pra me esquentar.
Íris Reflete
Meu interior tão vazio se encontra, ou tão cheio que que perco o controle de onde encaixar tantas coisas, meus caminhos tão perdidos e sem rastros, sem marcas, só vejo um um trilho semi apagado de pés calçados, tento segui-los colocando os meus descalços e doloridos de tanto andar sem destino certo, são tão grandes porem as marcas dos pés eu acho que os reconheço já outrora andei com eles lado a lado aos meus também calçados, perdi-me deles por teimosia em não confiar que me levariam ao lugar certo, onde tudo terminaria no descansar na relva ora verde por chuvas caídas por todo o inverno tão raro que este ano fora tão abundante como fora cheio de amor o meu coração enquanto com com seus pés calçados eu seguia lado a lado.
Perdi meus calçados de tão gastos por andar pra lá e pra cá sem rumo, perdida sem nem mesmo vontade de desafiar um outro caminho, correr riscos, buscar novos pés pra seguir, abrir meus próprios caminhos, que fossem pra começar, iniciar, sem atropelos, sem promessas, apenas andar olhando enfrente ouvindo o mundo e vozes da mata que aparece densa, verde, com grandes árvores formando meus fantasmas, sussurrando coisas, músicas, risadas, choros, pisando agora com firmeza já não sinto cansaço, cheia de entusiasmo deixo-me levar leve e corro ao ouvir um forte chamado, vem amada, nunca a deixei, sempre estive ao seu lado, você que estava desiludida demais pra perceber que não precisava ir tão longe. Vamos esvaziar todas essas agonias, esses caminhos perdidos, essas trilhas quase apagadas, refaçamos agora quatro pegadas firmes e fundas, pois vamos correr ao encontro do que procuramos e juntos encontraremos e deitados lado a lado de dia brincando de olhar as nuvens formando cada um a seu modo sua imagem de carneiros ou elefantes e a noite procurando o cruzeiro do sul ou a estrela do norte...
Não sei viver só, sem sonhos, sem trilhos, sem uma pegada pra seguir, sem uma mão pra pegar, sem um corpo pra me esquentar.
Íris Reflete
Respeito Ao Nosso Planeta
É ligar a televisão, abrir um jornal ou revista de noticiário que vemos a catástrofe em que se tornou nosso planeta, nossa terra, nosso paraíso de beleza exuberante, vasta e rica em todo tipo de sobrevivência natural, riquezas escondidas sobre e sob ela, exploradas sem mesmo o menor respeito de limite, quanto mais se tira mais se quer tirar...Aí vem a resposta, a revolta, o troco que o próprio homem pediu em sua ganância e falta de educação.
Chuvas fora de tempo em alguns lugares arrastando e destruindo tudo, até sua sustentação, sem limite revolta-se com tanta descaso e vai se destruindo a si mesma como que suicidando-se para castigo aos seus destruidores e estupradores. E o homem ainda com arrogância ainda se acha no direito de noticiar dizendo: A terra castiga o solo com a falta de chuvas. Os rios, lagoas, reservatórios ficam secos e suas margens transformam-se em cascas duras e feias, rachaduras que machucam até cascos de animais, dizem mais o sul do pais parece o nordeste do Brasil, lá eles vivem a mesma situação já vividas tantos anos por nossa gente. Até parece replay, caminhões pipas distribuindo água para uso e consumo, pessoas não acostumadas a essa rotina lamentam, agora lamentam, agora lamentamos por tudo, agora choramos nossos mortos nas enchurradas, nas secas, na falta do que comer, na falta de moradia.
E choramos de arrependimento por não termos sabido usar bem nosso maior tesouro: A TERRA que nunca nos negou absolutamente nada, sempre deu com imensa fartura e gratuitamente, só nos pedindo RESPEITO.
Não existem hoje mais nenhum lugar na terra que não tenha qualquer tipo de imprevisto da natureza.
Ainda dará tempo para corrigirmos tudo, focarão as marcas e cicatrizes, mas teremos oportunidade em repararmos sim todo o erro.
Eu faço minha pequena parte, faça a sua.
Íris Pereira
Chuvas fora de tempo em alguns lugares arrastando e destruindo tudo, até sua sustentação, sem limite revolta-se com tanta descaso e vai se destruindo a si mesma como que suicidando-se para castigo aos seus destruidores e estupradores. E o homem ainda com arrogância ainda se acha no direito de noticiar dizendo: A terra castiga o solo com a falta de chuvas. Os rios, lagoas, reservatórios ficam secos e suas margens transformam-se em cascas duras e feias, rachaduras que machucam até cascos de animais, dizem mais o sul do pais parece o nordeste do Brasil, lá eles vivem a mesma situação já vividas tantos anos por nossa gente. Até parece replay, caminhões pipas distribuindo água para uso e consumo, pessoas não acostumadas a essa rotina lamentam, agora lamentam, agora lamentamos por tudo, agora choramos nossos mortos nas enchurradas, nas secas, na falta do que comer, na falta de moradia.
E choramos de arrependimento por não termos sabido usar bem nosso maior tesouro: A TERRA que nunca nos negou absolutamente nada, sempre deu com imensa fartura e gratuitamente, só nos pedindo RESPEITO.
Não existem hoje mais nenhum lugar na terra que não tenha qualquer tipo de imprevisto da natureza.
Ainda dará tempo para corrigirmos tudo, focarão as marcas e cicatrizes, mas teremos oportunidade em repararmos sim todo o erro.
Eu faço minha pequena parte, faça a sua.
Íris Pereira
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Revolta da Vacina
Oswaldo Cruz e Pereira Passos tentam sanear Rio
Marco Cabral dos Santos*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
População vira um bonde no Rio de Janeiro
Durante o mês de novembro de 1904, o Rio de Janeiro, então capital federal, foi palco de uma das maiores revoltas urbanas ocorridas no país: a Revolta da Vacina. Milhares de habitantes tomaram as ruas da cidade em violentos conflitos com a polícia. O motivo era uma polêmica medida adotada pelo governo de então: a vacinação obrigatória.
Contando com uma população de mais de 800 mil habitantes, a cidade era constantemente vitimada por surtos de febre amarela, varíola, peste bubônica, malária, tifo e tuberculose. Na tentativa de pôr fim a esse triste quadro epidemiológico, o presidente Rodrigues Alves convocou o médico sanitarista Oswaldo Cruz, que, de imediato, pôs em marcha um ambicioso plano de saneamento e higienização da cidade. Seu projeto, porém, envolvia controvertidas medidas de controle da população e de seus hábitos de higiene.
Exército de mata-mosquitos
Por ter um caráter autoritário e invasivo, adentrando lares e desrespeitando privacidades, sobretudo da população mais pobre, a nova política sanitária foi alvo da mais hostil reação popular. Para o combate da febre amarela, organizou-se uma grande equipe de "mata-mosquitos", incumbida de perseguir os insetos nos lugares mais recônditos do Rio de Janeiro. Os funcionários tinham o poder de invadir as casas e quebrar a inviolabilidade dos lares cariocas.
Com a meta de controlar a peste bubônica, a prefeitura promoveu uma declarada guerra aos ratos na cidade. E chegou a comprar os animais mortos de quem se dispusesse a caçá-los. Aproveitadores e oportunistas não demoraram a entrar em ação. Há relatos de que moradores partiam de Niterói para vender roedores do outro lado da Baía de Guanabara. Além deles, havia os habituais esquadrões municipais, sempre truculentos, que invadiam cortiços, sobrados e casas de cômodos com a finalidade de exterminar aquela praga urbana.
A vacina e o "bota-abaixo"
No entanto, a medida sanitária mais polêmica foi tornar obrigatória a vacinação contra varíola, o que descontentou grande parte da população. A obrigatoriedade da vacina era garantida por uma rede de compulsão social. A apresentação dos comprovantes de vacinação passaria a ser condição para matrículas em escolas, admissões em empresas e oficinas, casamentos e outras tantas atividades, de maneira que a vida social daquele que se recusasse a ser vacinado tornar-se-ia impossível.
Em paralelo, a tônica modernizadora da gestão do prefeito Pereira Passos já se fazia sentir desde 1903, quando da inauguração da avenida Passos. Em março de 1904, com a demolição de dezenas de casarões e sobrados, tiveram início as obras da avenida Central. Os objetivos de enquadrar a cidade nos preceitos recomendados pela higiene custaram a remoção de centenas de famílias pobres, transfigurando por completo a paisagem do centro. Essa política ficou popularmente conhecida como "bota abaixo". A vacinação obrigatória era, portanto, uma entre várias medidas que visavam disciplinar a população mais pobre, erradicando-a das áreas centrais.
Oswaldo Cruz e Pereira Passos tentam sanear Rio
Marco Cabral dos Santos*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
População vira um bonde no Rio de Janeiro
Durante o mês de novembro de 1904, o Rio de Janeiro, então capital federal, foi palco de uma das maiores revoltas urbanas ocorridas no país: a Revolta da Vacina. Milhares de habitantes tomaram as ruas da cidade em violentos conflitos com a polícia. O motivo era uma polêmica medida adotada pelo governo de então: a vacinação obrigatória.
Contando com uma população de mais de 800 mil habitantes, a cidade era constantemente vitimada por surtos de febre amarela, varíola, peste bubônica, malária, tifo e tuberculose. Na tentativa de pôr fim a esse triste quadro epidemiológico, o presidente Rodrigues Alves convocou o médico sanitarista Oswaldo Cruz, que, de imediato, pôs em marcha um ambicioso plano de saneamento e higienização da cidade. Seu projeto, porém, envolvia controvertidas medidas de controle da população e de seus hábitos de higiene.
Exército de mata-mosquitos
Por ter um caráter autoritário e invasivo, adentrando lares e desrespeitando privacidades, sobretudo da população mais pobre, a nova política sanitária foi alvo da mais hostil reação popular. Para o combate da febre amarela, organizou-se uma grande equipe de "mata-mosquitos", incumbida de perseguir os insetos nos lugares mais recônditos do Rio de Janeiro. Os funcionários tinham o poder de invadir as casas e quebrar a inviolabilidade dos lares cariocas.
Com a meta de controlar a peste bubônica, a prefeitura promoveu uma declarada guerra aos ratos na cidade. E chegou a comprar os animais mortos de quem se dispusesse a caçá-los. Aproveitadores e oportunistas não demoraram a entrar em ação. Há relatos de que moradores partiam de Niterói para vender roedores do outro lado da Baía de Guanabara. Além deles, havia os habituais esquadrões municipais, sempre truculentos, que invadiam cortiços, sobrados e casas de cômodos com a finalidade de exterminar aquela praga urbana.
A vacina e o "bota-abaixo"
No entanto, a medida sanitária mais polêmica foi tornar obrigatória a vacinação contra varíola, o que descontentou grande parte da população. A obrigatoriedade da vacina era garantida por uma rede de compulsão social. A apresentação dos comprovantes de vacinação passaria a ser condição para matrículas em escolas, admissões em empresas e oficinas, casamentos e outras tantas atividades, de maneira que a vida social daquele que se recusasse a ser vacinado tornar-se-ia impossível.
Em paralelo, a tônica modernizadora da gestão do prefeito Pereira Passos já se fazia sentir desde 1903, quando da inauguração da avenida Passos. Em março de 1904, com a demolição de dezenas de casarões e sobrados, tiveram início as obras da avenida Central. Os objetivos de enquadrar a cidade nos preceitos recomendados pela higiene custaram a remoção de centenas de famílias pobres, transfigurando por completo a paisagem do centro. Essa política ficou popularmente conhecida como "bota abaixo". A vacinação obrigatória era, portanto, uma entre várias medidas que visavam disciplinar a população mais pobre, erradicando-a das áreas centrais.
ESCRITURAS DO BARRO.
O pote que se faz o todo matar a sede
E a espera de dias melhores.
Sertão!
Pote o encontro dos pergaminhos
O vale que foi o Delta.
Parnaíba!
Nilo!
Garanhuns em agrestes argilas
Barro e sumos
que faz o pote
A esperar os Invernos próximos.
Wilson Bernardo(Poema & Fotografia)
Foto:Açude da Serra Verde
Postado por wilson bernardo às 09:08 0 comentários
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Distância que Não Separa Amigos
Como os sentimentos podem se encontrarem e serem compartilhados mesmo a uma distancia enorme como a que me separa do Antonio Correia Lima, o Tonho, o Toinho ,
eu aqui na parte sudeste de São Paulo e ele lá na Minha amada Ponta da Serra, na região do Cariri, uma região que apesar de sofrer com a falta de chuvas e um intenso calor, tem uma vantagem de ter nascido e desenvolvido abaixo da chapada do Araripe e
tem assim o privilégio de ter muitas nascestes e cascatas de agua pura e natural, fi-
cando uma região mais favorecido com o verde das matas naturais. Em Ponta da Serra já
não há mais tantas matas, porém é um lugar agradável e tem seu próprio rio que desce favorecendo vários sítios e ajudando nas lavouras e criações de açudes e reservatórios
é claro que é necessário que o inverno seja favorável e que a chuva seja suficiente para reabastecer os açudes que não recebem agua de rios.
Mas com chuva, sem chuva, meu amigo Antonio está aliviado e de coração batendo forte de alegria. Venceu uma batalha das que tem vindo trabalhando arduamente:
Venceu! Vencemos, isto de fato foi um grande presente para ele que é e nunca negou ser um petista fiel. Bem merecido a sua vitória meu amigo, nossa vitória, pois confio
nas mudanças para melhor que virão.
Agora pode voltar a dedicar-se novamente ao trabalho social que faz ai em PS e
aos amigos do orkut que lhe procuram pedindo ajuda à procura de familiares e pessoas
que não vem a muito tempo. Este é um trabalho minucioso e demorado que requer muito estudo e pesquisa, um trabalho bem a seu modo e seu jeito.
Nossa alegria encontrou-se por uns poucos minutos através de um telefonema, mas nem sabíamos o que dizer, nossas risadas eram ouvidas eu de cá e você de lá, ligados por um simples aparelho celular, mas que mostramos um ao outro o quanto é importante estarmos presentes na alegria ou na tristeza, desta vez foi na alegria e
que Deus continue nos abençoando para sempre nos encontrarmos assim, alegres.
Agora programe-se para a nova luta e deixe-me a par de tudo. Estarei com você, como sempre.
Um forte abraço amigo
Maria Írismar
Obs. Vista Noturna do centro de Ribeirão Preto, prefeitura Municipal
ìris Pereira
Como os sentimentos podem se encontrarem e serem compartilhados mesmo a uma distancia enorme como a que me separa do Antonio Correia Lima, o Tonho, o Toinho ,
eu aqui na parte sudeste de São Paulo e ele lá na Minha amada Ponta da Serra, na região do Cariri, uma região que apesar de sofrer com a falta de chuvas e um intenso calor, tem uma vantagem de ter nascido e desenvolvido abaixo da chapada do Araripe e
tem assim o privilégio de ter muitas nascestes e cascatas de agua pura e natural, fi-
cando uma região mais favorecido com o verde das matas naturais. Em Ponta da Serra já
não há mais tantas matas, porém é um lugar agradável e tem seu próprio rio que desce favorecendo vários sítios e ajudando nas lavouras e criações de açudes e reservatórios
é claro que é necessário que o inverno seja favorável e que a chuva seja suficiente para reabastecer os açudes que não recebem agua de rios.
Mas com chuva, sem chuva, meu amigo Antonio está aliviado e de coração batendo forte de alegria. Venceu uma batalha das que tem vindo trabalhando arduamente:
Venceu! Vencemos, isto de fato foi um grande presente para ele que é e nunca negou ser um petista fiel. Bem merecido a sua vitória meu amigo, nossa vitória, pois confio
nas mudanças para melhor que virão.
Agora pode voltar a dedicar-se novamente ao trabalho social que faz ai em PS e
aos amigos do orkut que lhe procuram pedindo ajuda à procura de familiares e pessoas
que não vem a muito tempo. Este é um trabalho minucioso e demorado que requer muito estudo e pesquisa, um trabalho bem a seu modo e seu jeito.
Nossa alegria encontrou-se por uns poucos minutos através de um telefonema, mas nem sabíamos o que dizer, nossas risadas eram ouvidas eu de cá e você de lá, ligados por um simples aparelho celular, mas que mostramos um ao outro o quanto é importante estarmos presentes na alegria ou na tristeza, desta vez foi na alegria e
que Deus continue nos abençoando para sempre nos encontrarmos assim, alegres.
Agora programe-se para a nova luta e deixe-me a par de tudo. Estarei com você, como sempre.
Um forte abraço amigo
Maria Írismar
Obs. Vista Noturna do centro de Ribeirão Preto, prefeitura Municipal
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